sábado, junho 22, 2024
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Espírito Santo se destaca no ranking de maior produtor e exportador de mamão do Brasil

O Espírito Santo está em primeiro lugar no ranking de maiores exportadores e produtores de mamão. Somente em 2022, em termos de volume produzido e valor da produção, o Estado contabilizou 426 mil toneladas o que representa um faturamento de R$ 1,2 bilhão, em 2022. A fruta produzida em solo capixaba foi exportada para 37 países tendo como principais destinos Portugal, Reino Unido e Estados Unidos (EUA), em 2023.

Segundo o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, o Espírito Santo é responsável por mais de 38,5% da produção nacional, tendo o mérito de ser o maior produtor em quantidade e com qualidade. “A cadeia produtiva do mamão é importante para o Estado, cuja renda rural para os produtores ultrapassou 1,17 bilhão em 2022, equivalente a quase 5% do Valor Bruto da Produção Agropecuária capixaba. Além disso, o mamão capixaba é apreciado pelo mundo, chegou a 37 países no ano passado e faturou 21,1 milhões de dólares com as exportações”, afirmou.

A concentração do plantio do mamão ocorre nas regiões norte e noroeste do Estado, com 392 estabelecimentos que cultivam o mamão e desses, 40% são da agricultura familiar. Os municípios mais representativos na produção de mamão, em 2022, foram Linhares, Pinheiros, Montanha, Pedro Canário, São Mateus, Sooretama, Boa Esperança, Aracruz, Vila Valério e Jaguaré, concentrando 95,07% de toda a produção do Estado.

O período de maior produção do mamão começa em setembro e vai até janeiro com destaque para o mamão Papaia ou Havaí. Os frutos variam entre 350 a 1.200 gramas.

Segundo a pesquisadora do Incaper, Fabíola Lacerda, os mercados hoje conquistados se abriram após a adoção de um pacote de tecnologias fitossanitárias (o System Approach), que garante a isenção de pragas quarentenárias aos países importadores do mamão do Espírito Santo.

“Atualmente o Incaper colabora com os treinamentos de identificação de pragas e doenças da cultura, voltados para produtores, técnicos de campo e principalmente, para os fitossanitaristas (também conhecidos como pragueiros), os quais são os responsáveis por fazerem a identificação e erradicação das plantas acometidas pelas viroses (Mosaico e Meleira)”, ressalta Fabíola.

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