Assim como os humanos, os cães também têm seus momentos de melancolia e até depressão que é uma doença mais comum do que se imagina entre o melhor amigo dos homens. Por trás de um cachorro depressivo, no entanto, é possível encontrar uma série de motivos como mudanças de lar, a chegada de novos membros na família ou até mesmo a perda de entes queridos.
A depressão canina pode se tornar grave se não receber o devido cuidado, por isso, é importante observar o seu amigo para entender esse comportamento e, assim, encontrar a melhor forma de ajudá-lo.
Antes de iniciar o tratamento do quadro de depressão do seu cão é importante que o animal passe por uma avaliação médica para identificar a origem do problema. O diagnóstico da depressão em cachorro é feito a partir do histórico do animal. Nesse caso, questões sobre a sua rotina, comportamento e mudanças recentes costumam ser feitas, já que cada detalhe pode fazer a diferença no processo do cão.
Sintomas: como saber se seu cachorro tem depressão?
Os sintomas de cachorro com depressão podem variar bastante. Por isso, é importante conhecê-los e atentar-se aos sinais para saber a hora de buscar ajuda veterinária para a saúde psicológica e física do seu pet:
-Prostração, ou seja, debilitado ou fraco;
-Falta de apetite;
-Perda de peso;
-Mudança nos hábitos de sono;
-Agressividade;
-Pouca afetividade;
-Lambedura excessiva;
-Coceira compulsiva;
Além disso, é possível notar que eles não se sentem felizes em atividades que antes se sentiam alegres. Esses sinais podem indicar ainda outros problemas de saúde, como por exemplo, artrite e infecções, o que torna fundamental a visita ao médico-veterinário.





