segunda-feira, maio 27, 2024
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Seama debate Economia Azul no Espírito Santo

O cenário atual capixaba relacionado às atividades econômicas e às iniciativas públicas que impactam ou são impactadas pelo mar e as zona costeira foi tema de encontro promovido pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), na última quarta-feira (26), em comemoração ao Dia Internacional para Conservação dos Manguezais.

O encontro híbrido contou com a participação de ambientalistas e diretores de ong´s ambientais e faz parte de uma série de reuniões que a Seama tem promovido para discutir a economia azul e pensar ações de sustentabilidade do mar, com o objetivo de construir uma agenda de compromissos públicos que promovam o desenvolvimento e o fortalecimento do que é considerado Economia Azul no Espírito Santo. 

Segundo o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Felipe Rigoni, ouvir as demandas das organizações não governamentais é fundamental para se construir bases de políticas públicas.

“É ouvindo que vamos entender o horizonte das prioridades. Estamos dando o primeiro passo que é unir o Estado e a sociedade civil organizada, além do setor empreendedor e da academia numa mesma onda. Estamos também não apenas construindo algo transparente e democrático, mas alinhado com a realidade de quem está imerso nas questões que afetam a vida dos capixabas e da biodiversidade marinha e costeira”, enfatizou o secretário Felipe Rigoni.  

Os primeiros encontros, ocorridos em junho deste ano, reuniram representantes pesquisadores acadêmicos e de startups capixabas. A reunião desta quarta-feira (26) seguiu a mesma fórmula e foram apresentadas as potencialidades do Estado para a Economia Azul, destacando a biodiversidade única do território capixaba.

Entre as potencialidades econômicas e sociais que o Espírito Santo tem, segundo a gerente de Desenvolvimento de Negócios, Marina Damasceno, que podem contribuir para o desenvolvimento interno da Economia Azul são: diferentes ecossistemas marinhos e costeiros; atividades econômicas básicas e de produção de conhecimento local; vocação para o comércio exterior; diversidade de patrimônio cultural e de conhecimento cultural tradicional, além de o Estado contar com uma grande extensão de área costeira: são 410 quilômetros de praias, sendo que 50% da população capixaba estão vivendo nessas áreas.  

As Ong´s presentes 

Estavam presentes representantes da Fundação Projeto Tamar, do Instituto Últimos Refúgios, do Instituto Guaiamum, do Instituto O Canal, Instituto Jacarenema, Instituto Voz da Natureza, Instituto Marcos Daniel, além de representantes do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Espírito Santo (Sebrae/ES). 

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