No local, foram localizadas 16 aves da fauna silvestre brasileira mantidas irregularmente em cativeiro, entre elas três trinca-ferros, 12 coleiros e um azulão, além de 16 gaiolas utilizadas no aprisionamento e outras oito destruídas. Os animais foram recolhidos e encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), para avaliação e posterior destinação adequada.
“A manutenção de aves silvestres em cativeiro é uma prática ilegal e cruel, que contribui para o desequilíbrio ambiental e para o tráfico de animais. Nosso trabalho é garantir que esses animais retornem à natureza e que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados”, disse o delegado Leandro Piquet, responsável pelo Núcleo de Proteção Animal da DEPMA.





